
Atividade 1 - Perfil do estudante digital
Objetivo: Identificar e discutir as características atribuídas ao estudante digital.
Competências a desenvolver: Traçar o perfil do estudante digital.
Proposta de trabalho:
- Constituição livre dos trios de trabalho;
- Leitura e análise dos textos disponibilizados;
- Elaboração do perfil do estudante digital, num documento de Powerpoint;
- Apresentação do trabalho no Fórum A1;
- Discussão no Fórum dos trabalhos apresentados;
Prensky, M. (2004) The Emerging Online Life of the Digital Native: What they do differently because of technology and how they do it. 1-14.
Prensky, M. (2001) Digital natives, digital immigrants. In On The Horizon (Vol9, nº 5). NCB University Press.
Link: Residentes Vs Visitantes Digitais?!http://tallblog.conted.ox.ac.uk/index.php/2009/10/14/visitors-residents-the-video/
| Caras colegas, Interessante a conclusão por tópicos, em concreto, a utilização de "keywords" que acabam por reter o que é relevante. Bom trabalho! Jorge Soares |
| Caros colegas, Gostei particularmente de um aspeto implicitamente abordado: - A infoexclusão. Merecem também destaque os vídeos sobre os nativos e imigrantes digitais. Bom trabalho! Jorge Soares |
Elaboração do Perfil do Estudante Digital em MS Powerpoint
Em seguida é apresentado a imagem do 1.º slide do trabalho realizado pelo nosso grupo Roxo, atividade realizada âmbito do Ponto 3 - Elaboração do perfil do estudante digital, num documento de Powerpoint.

Reflexão pessoal:
Sendo eu um entusiasta destes temas, esta atividade teve o mérito de suscitar uma reflexão aprofundada do meu papel enquanto profissional de carreira na área das TI, em contraponto com estudantes que têm trabalhado comigo, por força do meu papel enquanto orientador de estágio.
Um dos maiores desafios quando nos debruçamos num determinado tema, será porventura, a possibilidade de ter acesso a bibliografia de qualidade que nos possibilite alguma orientação e evite caminhos ambíguos e repletos de ruído. Como imigrante digital, uma das nossas qualidades é ler, procurar o saber aliando um bom livro ao cuidado em tirar notas. Mas isto nem sempre é possível, pois as bibliotecas, as livrarias não estão à distância de um clique, pelo menos a possibilidade de sentir o livro, poder folhear, deixar por momentos a nossa imaginação fluir não se ajuste aos horários enquanto homem imigrante digital trabalhador.
Felizmente as nossas docentes tiveram a preocupação em disponibilizar boa bibliografia, lá está, embora por via do clique. Contudo, certamente que concordam que quando gostamos de um determinado tema, é fundamental que também possamos complementar esta preciosa ajuda, nomeadamente em busca de mais bibliografia.
O mundo atualmente roda para os nativos digitais, eles possuem acesso com muitas melhores condições ao conhecimento do que nós há anos atrás, infelizmente, os resultados concretos de aproveitamento não são os melhores e os imigrantes digitais são os que têm sabido melhor aproveitar estes bons ventos. Tal como recebi os conhecimentos adquiridos pela discussão deste tema como uma oportunidade única, com pessoas únicas, mais do que tudo é importante existir discussão e reflexão.
Outro tema que suscitou o meu interesse está relacionado com o trabalho de David White (2008) e que sendo mais recente, muito embora, o trabalho de Prensky (2001), relacionado com os nativos e imigrantes digitais seja relevante e constitua os alicerces desta nova cultura, em concreto, os residentes e visitantes digitais.
Assim considero e em jeito de conclusão, como aliás, já tive oportunidade de colocar um "post" nesta atividade que considero um resumo (ver "Continuando o diálogo mais um pouquinho"). Também é urgente existir um acompanhamento por parte dos docentes e instituições de ensino destes novos perfis, só assim é possível assegurar uma continuidade na transmissão e interação com este tipo de público. As instituições de ensino têm que antecipar e propor alterações aos seus programas com vista a que não haja um risco de desagregação e perda de sustentabilidade do ensino.
Recurso complementar
Em seguida é apresentado um recurso multimédia que ajuda a entender o trabalho de Prensky e de White.
Reflexão pessoal:
Sendo eu um entusiasta destes temas, esta atividade teve o mérito de suscitar uma reflexão aprofundada do meu papel enquanto profissional de carreira na área das TI, em contraponto com estudantes que têm trabalhado comigo, por força do meu papel enquanto orientador de estágio.
Um dos maiores desafios quando nos debruçamos num determinado tema, será porventura, a possibilidade de ter acesso a bibliografia de qualidade que nos possibilite alguma orientação e evite caminhos ambíguos e repletos de ruído. Como imigrante digital, uma das nossas qualidades é ler, procurar o saber aliando um bom livro ao cuidado em tirar notas. Mas isto nem sempre é possível, pois as bibliotecas, as livrarias não estão à distância de um clique, pelo menos a possibilidade de sentir o livro, poder folhear, deixar por momentos a nossa imaginação fluir não se ajuste aos horários enquanto homem imigrante digital trabalhador.
Felizmente as nossas docentes tiveram a preocupação em disponibilizar boa bibliografia, lá está, embora por via do clique. Contudo, certamente que concordam que quando gostamos de um determinado tema, é fundamental que também possamos complementar esta preciosa ajuda, nomeadamente em busca de mais bibliografia.
O mundo atualmente roda para os nativos digitais, eles possuem acesso com muitas melhores condições ao conhecimento do que nós há anos atrás, infelizmente, os resultados concretos de aproveitamento não são os melhores e os imigrantes digitais são os que têm sabido melhor aproveitar estes bons ventos. Tal como recebi os conhecimentos adquiridos pela discussão deste tema como uma oportunidade única, com pessoas únicas, mais do que tudo é importante existir discussão e reflexão.
Outro tema que suscitou o meu interesse está relacionado com o trabalho de David White (2008) e que sendo mais recente, muito embora, o trabalho de Prensky (2001), relacionado com os nativos e imigrantes digitais seja relevante e constitua os alicerces desta nova cultura, em concreto, os residentes e visitantes digitais.
Assim considero e em jeito de conclusão, como aliás, já tive oportunidade de colocar um "post" nesta atividade que considero um resumo (ver "Continuando o diálogo mais um pouquinho"). Também é urgente existir um acompanhamento por parte dos docentes e instituições de ensino destes novos perfis, só assim é possível assegurar uma continuidade na transmissão e interação com este tipo de público. As instituições de ensino têm que antecipar e propor alterações aos seus programas com vista a que não haja um risco de desagregação e perda de sustentabilidade do ensino.
Recurso complementar
Selecionando o vídeo acima "Are You a Digital Native?" é possível visualizar imagens do tipo banda desenhada a correr neste vídeo. Embora estejamos perante um vídeo sem som, as imagens falam por si.
