
Atividade 4 - Entrevista a jovens sobre a utiização social dos Media Digitais.
Objetivo: Caraterizar a utilização social dos media digitais pelos jovens e sua relação com o processo pessoal de construção de identidade e socialização.
Competências: Capacidade de análise e interpretação da perspectiva juvenil acerca da utilização social dos media digitais.
Proposta de trabalho (caráter individual):
- Análise no Fórum A 4, de um guião de entrevista sobre utilização social dos media digitais. Recolha de contribuições para o desenho da versão final deste documento;
- Realização de entrevista a 2 jovens (masculino e feminino), com base no guião de entrevista definitivo;
- Análise e interpretação da mesma (suportada por excertos) à luz do quadro teórico trabalhado na Actividade 2 e 3. Apresentação dos resultados em power point e envio dos protocolos de respostas obtidos nas entrevistas realizadas;
- Discussão conjunta em Fórum das análises realizadas.
Recursos de aprendizagem:
Todos os textos dos Temas 2 e 3.
Contributos do autor ao Fórum A4:

Entrevistas
MDS A4
Fform
Mform
Recurso complementar:
Este vídeo demonstra algumas estratégias que devem ser seguidas pelos pais, sempre que os jovens estão online.
O risco de estar online nunca deve ser menosprezado.
MDS A4
Fform
Mform
Este foi um trabalho que nos permitiu fazer alguma investigação de campo e embora todos nós tivéssemos apenas dois intervenientes, a soma de todos os resultados por todos os colegas do Mestrado, permitiu retirar algumas interessantes conclusões que contribuíram para consolidar os conhecimentos, entretanto adquiridos no âmbito da realização das atividades 2 e 3.
Muito embora o nosso País faça parte de um pequenos punhado onde as tecnologias de informação mais crescimento têm tido, o certo é que ainda se faz sentir alguma info-exclusão, infelizmente os preços em alguns casos são um impedimento. Considero que ainda é necessário algum trabalho para os preços destas tecnologias sejam mais atrativos.
Sendo o nosso Mestrado constituído por colegas, alguns dos quais estão localizados em outros países e continentes, foi interessante evidenciar que as tecnologias são utilizadas de forma muito idêntica. Esta pressuposto é uma clara evidência que estes fenómenos não estão restritos a um único espaço e como tal contribuem seguramente para a construção da identidade social dos jovens a uma escala verdadeiramente global.
O crescimento exponencial das redes sociais têm tido um papel determinante na construção da identidade, na medida em que estão criadas condições absolutamente ímpares que potenciam esta interação e uma afirmação que consubstancia o ser social. Importa dizer que as redes sociais são feitas de pequenas ferramentas com funcionalidades que convidam à partilha, colaboração, afirmação, co-responsabilização.
Temos que ser pragmáticos, os jovens independentemente da sua etnia, crenças, sexo, vêem nestes recursos um conjunto de ferramentas que contribuem para a sua autonomia enquanto indivíduos sociais. Tal como nos diz Presky (2001), as competências tecnológicas dos jovens são adquiridas com base na experimentação. Aliás ainda no âmbito desta Unidade Curricular falava com uma colega docente que contava o interesse e motivação dos seus estudantes, quando deu a ferramenta Wiki, muito embora tivesse realizado um manual de utilizador, nenhum dos seus estudantes teve o interesse em ter efetuado uma leitura prévia, mesmo antes das atividades previstas para utilização desta ferramenta.
No meio destes recursos tecnológicos fica uma certeza, o telemóvel e o computador são as ferramentas de excelência e o denominador comum para quem se quer aventurar em tecnologias mais especificas. Há uma estratégia da própria indústria em oferecer telemóveis, os ditos smartphones, cada vez com um maior quantidade de funcionalidades sociais disponíveis. Mais de 80% das mensagens escritas na rede social Twitter são provenientes dos telemóveis.
Para terminar, é importante que a segurança seja uma estratégia continuada, na medida em que existe por parte dos nossos jovens uma atitude muitas vezes de ligeireza que tende a minimizar os riscos. Por um lado os próprios criadores de software devem investir em estratégias consertadas e articuladas com especialistas de modo a evitar expor em demasia os seus clientes. Em complementaridade, as próprias instituições de ensino devem ter uma atitude pró-ativa no combate aos riscos que os seus estudantes e não só, estão muitas vezes expostos.
Num recente seminário sobre redes sociais numa instituição de ensino superior, a responsável pela rede social de uma importante empresa de conteúdos multimédia, afirmou que jamais colocaria uma fotografia sua online.
Muito embora o nosso País faça parte de um pequenos punhado onde as tecnologias de informação mais crescimento têm tido, o certo é que ainda se faz sentir alguma info-exclusão, infelizmente os preços em alguns casos são um impedimento. Considero que ainda é necessário algum trabalho para os preços destas tecnologias sejam mais atrativos.
Sendo o nosso Mestrado constituído por colegas, alguns dos quais estão localizados em outros países e continentes, foi interessante evidenciar que as tecnologias são utilizadas de forma muito idêntica. Esta pressuposto é uma clara evidência que estes fenómenos não estão restritos a um único espaço e como tal contribuem seguramente para a construção da identidade social dos jovens a uma escala verdadeiramente global.
O crescimento exponencial das redes sociais têm tido um papel determinante na construção da identidade, na medida em que estão criadas condições absolutamente ímpares que potenciam esta interação e uma afirmação que consubstancia o ser social. Importa dizer que as redes sociais são feitas de pequenas ferramentas com funcionalidades que convidam à partilha, colaboração, afirmação, co-responsabilização.
Temos que ser pragmáticos, os jovens independentemente da sua etnia, crenças, sexo, vêem nestes recursos um conjunto de ferramentas que contribuem para a sua autonomia enquanto indivíduos sociais. Tal como nos diz Presky (2001), as competências tecnológicas dos jovens são adquiridas com base na experimentação. Aliás ainda no âmbito desta Unidade Curricular falava com uma colega docente que contava o interesse e motivação dos seus estudantes, quando deu a ferramenta Wiki, muito embora tivesse realizado um manual de utilizador, nenhum dos seus estudantes teve o interesse em ter efetuado uma leitura prévia, mesmo antes das atividades previstas para utilização desta ferramenta.
No meio destes recursos tecnológicos fica uma certeza, o telemóvel e o computador são as ferramentas de excelência e o denominador comum para quem se quer aventurar em tecnologias mais especificas. Há uma estratégia da própria indústria em oferecer telemóveis, os ditos smartphones, cada vez com um maior quantidade de funcionalidades sociais disponíveis. Mais de 80% das mensagens escritas na rede social Twitter são provenientes dos telemóveis.
Para terminar, é importante que a segurança seja uma estratégia continuada, na medida em que existe por parte dos nossos jovens uma atitude muitas vezes de ligeireza que tende a minimizar os riscos. Por um lado os próprios criadores de software devem investir em estratégias consertadas e articuladas com especialistas de modo a evitar expor em demasia os seus clientes. Em complementaridade, as próprias instituições de ensino devem ter uma atitude pró-ativa no combate aos riscos que os seus estudantes e não só, estão muitas vezes expostos.
Num recente seminário sobre redes sociais numa instituição de ensino superior, a responsável pela rede social de uma importante empresa de conteúdos multimédia, afirmou que jamais colocaria uma fotografia sua online.
Recurso complementar:
Este vídeo demonstra algumas estratégias que devem ser seguidas pelos pais, sempre que os jovens estão online.
O risco de estar online nunca deve ser menosprezado.
